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Decisão surpreendente afeta campeões olímpicos e redefine o cenário mundial

World Athletics nega mudança de nacionalidade de onze atletas para a Turquia, por estratégia estatal de recrutamento com contratos atrativos

Stone, campeão olímpico pela Jamaica
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  • World Athletics rejeitou pedidos de mudança de nacionalidade de onze atletas que buscavam defender a Turquia, decisão anunciada nesta quinta-feira e envolvendo esportistas de quatro países.
  • A entidade classificou as movimentações como parte de uma “estratégia coordenada de recrutamento” liderada pelo governo turco, com apoio de um clube estatal que oferecia contratos financeiros atrativos.
  • A lista inclui medalhistas olímpicos, como Rojé Stona, campeão olímpico no lançamento de disco em Paris Two thousand twenty-four, e Brigid Kosgei, além de Rajindra Campbell, Ronald Kwemoi e Wayne Pinnock.
  • A World Athletics mantém critérios rígidos para transferência de nacionalidade, incluindo um período mínimo de três anos e prova de ligação com o novo país; atletas podem competir por clubes ou morar na Turquia, mas não representar o país em competições oficiais.

A World Athletics rejeitou os pedidos de mudança de nacionalidade de 11 atletas que pretendiam defender a Turquia em competições internacionais. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira e envolve esportistas de quatro países.

A medida aponta para uma estratégia coordenada de recrutamento liderada pelo governo turco, com apoio de um clube estatal que oferecia contratos financeiros atrativos. A entidade considerou que aprovar as transferências comprometeria a integridade das competições e exigiria vínculo real com o novo país.

Entre os afetados estão medalhistas olímpicos de destaque, como Rojé Stona, campeão olímpico no lançamento de disco em Paris 2024, e Brigid Kosgei, medalhista em Tóquio 2020. Também constam Rajindra Campbell, Ronald Kwemoi e Wayne Pinnock, com histórico de participação em Jogos.

Regras rígidas para mudança de bandeira

A World Athletics reiterou critérios rigorosos para transferências de nacionalidade, incluindo um período mínimo de três anos e comprovação de ligação com o novo país. Os atletas permanecem liberados para competir por clubes ou morar na Turquia, mas não poderão representar o país em competições oficiais.

Os 11 atletas estudados pela instituição não poderão alinhar-se oficialmente pela Turquia em eventos internacionais, mantendo-se apenas para competições de clubes ou para residência no território turco. A decisão reforça o tratamento igualitário às regras de elegibilidade entre atletas.

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