- Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira, dia 17, após sofrer um mal-estar em casa e ser internado, mas não resistiu.
- O ex-jogador ficou conhecido pelo apelido “Mão Santa”, criado pela sua precisão nos arremessos ao longo da carreira.
- Ele costumava dizer que o desempenho vinha de repetição e preparação, non por talento isolado, e que a mão era treinada.
- Schmidt foi o maior pontuador de todos os tempos no basquete, alcançado pela mira e pela dedicação ao esporte.
- Em 2013, ele integrou o Hall da Fama do basquete, recebendo o prêmio das mãos de Larry Bird.
Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira, 17, após sofrer mal-estar em casa. Ele foi internado, mas não resistiu. A notícia marca o fim de uma carreira marcada por recordes e pela imagem de dedicação ao esporte.
O apelido Mão Santa nasceu pela precisão de seus arremessos durante a carreira. A alcunha ganhou força ao longo dos anos, virando marca associada ao jogador.
Schmidt costumava explicar que a mão precisa não era divina, e sim treinada. O atleta defendia que o segredo do sucesso era a disciplina, a repetição e o preparo constante.
Ele chegou a ser o maior pontuador de todos os tempos do basquete, resultado do trabalho constante e da técnica aperfeiçoada ao longo de décadas. A mira tornou-se símbolo da sua rotina de treinos.
Em 2013, Oscar Schmidt foi incluído no Hall da Fama do basquete. O reconhecimento foi entregue por Larry Bird, considerado por Schmidt como um dos maiores de todos os tempos.
Origem do apelido e visão sobre treino
Apesar do carinho pelo apelido, Schmidt mantinha o foco no mérito do treino. A mensagem recorrente em suas falas era a prática como caminho para a evolução esportiva.
Reconhecimento no Hall da Fama
O ingresso no Hall ocorreu em 2013, em cerimônia pública. Bird entregou o prêmio, destacando a importância da carreira de Schmidt para o basquete brasileiro e mundial.
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