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Treinar com dor muscular tardia pode ser perigoso; veja os efeitos

Treinar com dor muscular tardia é possível dentro da programação, desde que haja carga de choque planejada seguida de recuperação para evitar overtraining e lesões

Mulher levantando peso - Metrópoles
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  • A dor muscular tardia ocorre quando o músculo é solicitado em movimento ao qual não está acostumado.
  • Treinar com dor muscular tardia é possível se fizer parte de um treino programado, sem exceder o volume.
  • O risco de overtraining existe se a programação não incluir cargas de choque seguidas por fases regenerativas.
  • Segundo o personal trainer Leandro Twin, a carga de choque precisa ser planejada e depois ser seguida por recuperação para evitar lesões.

O tema em debate é a dor muscular tardia, comum após atividades com as quais o corpo não está acostumado. A DMT aparece como desconforto que pode atingir qualquer grupo muscular, principalmente quando há esforço não habitual.

Especialistas apontam que a dor ocorre naturalmente após mudanças no estímulo de treino. Ela tende a diminuir conforme o corpo se adapta aos exercícios, desde que os treinos sejam bem planejados.

É possível treinar com dor muscular tardia, desde que a sessão siga um planejamento adequado. O risco aparece quando há excesso de treino, ou overtraining, que reduz o desempenho e aumenta a chance de lesões.

Para evitar problemas, a programação deve prever uma carga de choque seguida de recuperação. Sem esse equilíbrio, a prática constante de exercícios pode comprometer a performance e a saúde muscular, segundo o personal trainer Leandro Twin.

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