- Lindsey Vonn, 41 anos, ainda não decidiu se voltará a competir no esqui alpino após o grave acidente nos Jogos Olímpicos de Milano Cortina.
- A atleta sofreu fratura complexa na tíbia após queda no downhill em 8 de fevereiro e precisou ser retirada de helicóptero; pouco depois enfrentou a possibilidade de amputação da perna esquerda e já havia rompido o ligamento cruzado anterior (LCA) em outra queda nove dias antes.
- Desde o acidente, passaram-se oito cirurgias; a recuperação inclui reconstrução do LCA e a torcida é para que esteja 100% na próxima primavera ou verão do hemisfério norte.
- Vonn já havia se aposentado em 2019, retornou em 2024 e, em dezembro de 2025, tornou-se a esquiadora mais velha a vencer uma prova de Copa do Mundo; não se arrepende do retorno.
- Fora das pistas, mantém-se em recuperação, com atividades leves, não descarta nova participação, inclusive nos Jogos de 2030, e foca na saúde no momento.
Lindsey Vonn ainda não definiu se retornará ao esqui alpino após sofrer um grave acidente nas Olimpíadas de Milano Cortina. Aos 41 anos, a tricampeã olímpica segue em recuperação após múltiplas cirurgias na perna esquerda.
O acidente ocorreu em 8 de fevereiro, durante a prova de downhill. Vonn teve fratura complexa na tíbia e precisou ser retirada de helicóptero. A lesão quase resultou na amputação da perna esquerda.
Ao longo do processo, já foram realizadas oito cirurgias. A ex-atleta não usa cadeira de rodas, deixou as muletas e a recuperação ainda tende a ser longa, com reconstrução do ligamento cruzado anterior.
Mesmo com a janela para disputar futuras competições permanecer em aberto, ela mira uma recuperação completa para retornar nos próximos anos. A ideia é estar 100% na próxima primavera ou verão do hemisfério norte.
Estado de recuperação e perspectivas
Vonn, campeã olímpica do downhill em 2010, havia se aposentado em 2019, retornando em 2024 após cirurgia de joelho. Em dezembro de 2025 tornou-se a esquiadora mais velha a vencer uma prova de Copa do Mundo na modalidade.
A atleta não descartou novas oportunidades, incluindo eventuais participações em 2030 nos Alpes Franceses. Enquanto isso, o foco permanece na saúde e na possibilidade de andar com autonomia, sem pressa para definir o retorno às competições.
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