- O ex-piloto de Fórmula 1 Alessandro Zanardi, italiano, morreu aos 59 anos; a família divulgou que faleceu na noite de 1º de maio, cercado por familiares.
- Zanardi disputou a Fórmula 1 entre 1991 e 1994, voltou em 1999 e, após o acidente de setembro de 2001 no Lausitzring que resultou na amputação de suas pernas, passou a competir na Fórmula Cart, vencendo em 1997 e 1998.
- Como atleta paralímpico, conquistou duas medalhas de ouro em Londres 2012 (contra-relógio individual H4 e prova de estrada H4) e prata no revezamento misto H1-4; em 2016, no Rio de Janeiro, ganhou ouro e prata.
- Em 2020 Zanardi teve ferimentos graves na cabeça após ser atingido por um caminhão durante uma ação de caridade na Toscana, e precisou de longos tratamentos.
- Técnicos e autoridades do esporte comentaram a perda de Zanardi, incluindo Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1, o governo italiano, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e o Comitê Olímpico Italiano (CONI); clubes de futebol italianos também prestaram homenagens.
Alex Zanardi, ex-piloto de Fórmula 1 e campeão paralímpico, morreu aos 59 anos. A família comunicou o falecimento na noite de 1º de maio, em um desfecho considerado tranquilo ao lado de quem lhe era próximo.
O italiano competiu na F1 entre 1991-1994 e voltou em 1999, defendendo Jordan, Minardi e Lotus. Em 2001, sofreu grave acidente no Lausitzring, na Alemanha, que levou à amputação de ambas as pernas.
Após a recuperação, Zanardi passou a competir no ciclismo paraolímpico, conquistando duas medalhas de ouro nos Jogos de Londres 2012 (tempo individual H4 e estrada) e uma prata no revezamento misto H1-4.
Trajetória esportiva e reconhecimentos
Em 2012 e 2016, o italiano somou medalhas olímpicas adicionais no ciclismo paralímpico. Em 2020, sofreu ferimentos graves após ser atingido por um caminhão durante uma etapa beneficente na Toscana e passou anos em tratamento.
Reações oficiais destacaram a trajetória de Zanardi como exemplo de superação. Stefano Domenicali, presidente da F1, o descreveu como inspiração humana e atlética. O primeiro-ministro italiano também elogiou a coragem e a esperança deixadas por ele.
A FIA, órgão regulador do esporte motorizado, ressaltou Zanardi como um dos competidores mais admirados e símbolo de coragem. O CONI pediu minuto de silêncio em eventos esportivos pelo país.
Empresas e clubes italianos também manifestaram luto. Milan, Inter, Bologna e Juventus destacaram a figura de Zanardi como campeão e exemplo de valores e persistência.
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