- Luana Silva estreia como líder mundial da WSL vestindo a lycra amarela na etapa de Raglan, na Nova Zelândia, em Manu Bay.
- Gabriel Medina lidera o ranking masculino e, pela primeira vez, o Brasil passa a liderar simultaneamente os rankings masculino e feminino.
- A surfista tem 22 anos, treina com Leandro Dora e soma quinto lugar em Bells Beach e dois vice-campeonatos em Margaret River e Gold Coast; levou a Tríplice Coroa Australiana.
- A etapa em Raglan pode oferecer tubos em dias maiores e promete destacar as manobras no evento.
- A WSL lançou um curta-metragem sobre a trajetória de Luana, destacando a mudança para defender o Brasil e a influência de Tatiana Weston-Webb.
Luana Silva estreia a lycra amarela como líder do ranking mundial da WSL, sinalizando o início da etapa de Raglan, na Nova Zelândia. O evento acontece em Manu Bay, conhecido por favorecer manobras e possíveis tubos em dias maiores. A abertura marca um momento histórico.
A surfista brasileira tem 22 anos e chega ao topo pela primeira vez. O feito ocorre na janela da etapa em Raglan, onde Luana busca manter a liderança após resultados recentes. A competição pode consolidar ainda mais o status da brasileira.
Gabriel Medina lidera o ranking masculino, mantendo o Brasil em posição de destaque simultâneo. A dupla representa a atual força brasileira no circuito global da WSL, na temporada que já rendeu vitórias expressivas para ambos.
Luana é treinada por Leandro Dora, pai do atual campeão mundial Yago Dora. O treinador é apontado como peça-chave na ascensão da atleta no cenário internacional desde 2025.
Na temporada passada, Luana faturou o título mundial Pro Júnior e terminou entre as dez melhores do mundo no Championship Tour. A brasileira também foi campeã da Tríplice Coroa Australiana, com bons resultados em Bells Beach, Margaret River e Gold Coast.
O histórico recente destaca a presença de Luana no seleto grupo de lideranças, aumentando a expectativa para a etapa de Raglan. A imprensa local acompanha o desempenho da única representante brasileira na elite feminina.
A relação com a brasileira Tatiana Weston-Webb foi mencionada como incentivadora da mudança de nacionalidade, consolidando a participação da brasileira na seleção brasileira. Luana destacou o papel da Brasilia Storm na sua trajetória.
A WSL lançou um curta-metragem sobre a ascensão de Luana Silva, intitulado Luana Silva, from Island to Storm. O filme revisita momentos chave desde 2025 e reforça a conexão com o Hawaii, onde Luana cresceu.
O documentário enfatiza a decisão da atleta de defender o Brasil, em meio a laços com surfistas nacionais e o apoio da comunidade do surfe. A produção destaca a trajetória internacional da jovem promessa.
A temporada de Raglan segue com Luana no topo, enquanto Medina procura consolidar a liderança do masculino. A etapa promete intensificar o duelo entre as duas categorias e confirmar o momento histórico do surfe brasileiro.
Entre na conversa da comunidade