- A pesquisadora Emma Hsiaowen Chen, da Universidade Concordia, afirma que, após os 60 anos, a dança oferece os maiores benefícios para reduzir quedas, em comparação com pilates e yoga.
- Estudos com mulheres de 65 anos ou mais em Montreal mostraram melhora na estabilidade postural e redução do risco de quedas por meio de aulas de dança.
- O estudo, publicado no International Journal of Exercise Science, acompanhou 12 semanas de dança online, com sessões de 75 minutos, duas vezes por semana, via Zoom.
- As aulas foram inspiradas em balé e dança moderna, com supervisão de uma assistente para suporte técnico e segurança.
- Os pesquisadores destacam que as aulas começaram com aquecimento e seguiram um protocolo de treino voltado ao equilíbrio e à Postura.
Nem pilates nem yoga: estudo canadense aponta dança como eixo de melhoria no equilíbrio e prevenção de quedas em mulheres acima de 60 anos. A pesquisa ocorreu com aulas on-line de dança, durante 12 semanas, em Montreal.
A pesquisadora envolvida é Emma Hsiaowen Chen, doutoranda em ciências da saúde e do exercício da Universidade Concordia. O objetivo foi avaliar se exercícios diferentes dos tradicionais podem reduzir quedas nesse grupo etário.
As aulas tinham 75 minutos, duas vezes por semana, realizadas por meio de Zoom. Inspiradas em balé e dança moderna, contaram com uma assistente para suporte técnico e segurança.
Segundo Chen, pesquisas anteriores mostraram benefícios da dança na estabilidade postural. O estudo acompanhou um grupo de mulheres com 65 anos ou mais, durante o programa.
Detalhes metodológicos
O trabalho foi divulgado no International Journal of Exercise Science. Os treinamentos começaram com aquecimento, seguido de exercícios de equilíbrio, força e coordenação, com progressões ao longo das semanas.
Resultados apontam melhoria na estabilidade postural e redução do risco de quedas entre as participantes. As conclusões destacam a dança como estratégia viável para longevidade da mobilidade.
Contexto e alcance
Os autores ressaltam a necessidade de mais pesquisas para confirmar os achados em diferentes faixas etárias e regiões. O estudo utiliza uma modalidade acessível, com aulas remotas, que pode ampliar alcance de programas de prevenção.
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