- Rebeca Andrade conquistou o ouro no salto feminino do Pan-Americano do Rio, com média de 14,266 pontos, marcando seu retorno após dois anos longe das competições.
- O primeiro salto de Rebeca recebeu 14,433 pontos, a maior nota da competição, destacando o retorno vitorioso.
- O segundo salto rendeu 13,700 pontos, mantendo a média que garantiu o ouro; foi a primeira medalha de ouro do Brasil no salto feminino em Pan.
- O pódio do salto feminino ficou com prata para Lia Monica, da Canadá, pela média de 14,249, e bronze para Claire Pease, dos Estados Unidos, com 13,916.
- Além disso, Vitaliy Guimarães venceu bronze no solo masculino com 13,700 pontos; ele, nascido nos Estados Unidos, escolheu representar o Brasil desde 2024.
Rebeca Andrade conquistou o ouro no salto feminino do Pan-Americano, no Rio de Janeiro, neste domingo. A ginasta brasileira retornou às competições após dois anos afastada, com a melhor média da final: 14.266 pontos.
Para assegurar o primeiro lugar, Rebeca registrou 14.433 no primeiro salto, a nota mais alta da competição. O segundo salto ficou em 13.700 por uma chegada ligeiramente desalinhada, mas a soma garantiu o pódio (14.266).
Esta é a primeira medalha de ouro do Brasil no salto feminino em Pan-Americanos. A prata ficou com Lia Monica, do Canadá, com 14.249, e o bronze com Claire Pease, dos EUA, com 13.916.
Pódio do salto feminino
Nas classificatórias do Pan do Rio, Rebeca já havia mostrado o desempenho dominante entre os aparelhos. Ela compete apenas no salto, modalidade em que já conquistou ouro em Tóquio 2020 e prata em Paris 2024.
Rebeca anunciou o retorno às competições em abril deste ano, após o período sabático. Ela havia terminado Paris 2024 com ouro, duas pratas e um bronze para o Brasil.
Destaques brasileiros
Além de Rebeca, Vitaliy Guimarães subiu ao pódio no Pan do Rio, ao ganhar bronze no solo masculino com 13.700. O ouro ficou com o guatemalteco Jorge Vega (14.166) e a prata com o colombiano Angel Barajas (13.900).
Vitaliy, nascido nos Estados Unidos, decidiu representar o Brasil desde 2024. A medalha no Pan marca a primeira conquista brasileira do ginasta em competição internacional.
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