- A tenista Marketa Vondrousova, campeã de Wimbledon em 2023, recebeu suspensão de quatro anos por recusa a um teste anti-doping.
- O teste foi solicitado pela autoridade de controle de dopagem na noite de 3 de dezembro de 2025, em sua casa, fora de competição.
- O tribunal independente entendeu que não houve justificativa convincente para não fornecer a amostra.
- A punição impede a atleta de competir, treinar ou participar de eventos organizados ou sancionados pela ITF, WTA, ATP, Grand Slams ou federações nacionais até 21 de junho de 2030.
- A Agência Internacional de integridade no tênis (ATIA) afirmou que testes imprevisíveis são essenciais para manter o esporte limpo e que a decisão pode ser contestada no CAS.
Marketa Vondrousova, vencedora do Wimbledon de 2023, foi suspensa do tênis por quatro anos por se recusar a realizar um teste antidoping. O caso envolve o agravo ocorrido fora de competição, na casa da jogadora, na noite de 3 de dezembro de 2025.
Um tribunal independente decidiu que não houve justificativa suficiente para a recusa de fornecer uma amostra quando solicitada por um agente de controle de doping. A medida impede que a atleta participe de jogos, treine ou compareça a eventos organizados ou sancionados pelo ITF, WTA, ATP, Grandes Slams ou associações nacionais até 21 de junho de 2030.
A decisão foi recebida como um reforço à integridade esportiva, segundo a International Tennis Integrity Agency (ATIA). O órgão ressaltou que o processo de coleta pode gerar desconforto, mas é essencial para assegurar competição justa, e que testes imprevisíveis podem ocorrer a qualquer momento e em qualquer local, com risco significativo para quem não coopera.
A ATIA informou que Vondrousova alegou, durante o processo, que o estresse e a saúde mental impactaram sua tomada de decisão, além de questões de segurança pessoal. O tribunal considerou esses fatores, mas manteve o veredito de recusa sem fundamentação convincente, com base no testemunho do oficial de doping e no conjunto de provas apresentado.
A jogadora, que alcançou o ranking máximo de 6 no ranking mundial em setembro de 2023, ainda pode apresentar recurso à Corte de Arbitragem para o Esporte (CAS). A ATIA também informou que a organização antidoping nacional pode recorrer, conforme previsto em regulamentos.
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