- Calderano diz que Paris foi um momento bem difícil, não conquistou a medalha desejada e decidiu focar no presente para manter a motivação.
- Ele explica que a preparação olímpica é “uma vida inteira”, não apenas quatro anos, desde o início do contato com a raquete.
- A decepção em Paris também evidenciou o tamanho do interesse do público brasileiro pelo tênis de mesa.
- Em 2025, teve o melhor ano da carreira, com a Copa do Mundo e a medalha de prata no Mundial; planeja um preparo mais específico para Los Angeles.
- O atleta destaca a evolução olímpíada: chegou às oitavas na primeira Olimpíada, às quartas em Tóquio e às semifinais em Paris, reforçando a ideia de buscar voos ainda mais altos.
Hugo Calderano afirmou, em bate-papo com Antonio Tabet no Alt Tabet, que viveu um momento bem difícil após não conquistar a medalha desejada em Paris 2024 e precisou se concentrar no presente para recuperar a motivação.
Ele explicou que a preparação olímpica não começa quatro anos antes, mas é uma trajetória de vida, e destacou o tamanho do interesse do público brasileiro pelo tênis de mesa.
Segundo Calderano, a decepção teve efeito de frear a ansiedade pelo próximo ciclo, e ele evitou prender-se ao que aconteceu nem pensar demais no que viria pela frente.
Em 2025, o mesatenista teve o melhor ano da carreira, com a Copa do Mundo e a medalha de prata no Mundial, e já planeja metas mais detalhadas para Los Angeles 2028.
Ele relembra a evolução olímpíada e projeta novas marcas: oitavas em Tóquio, quartos em Paris e semifinais no maior torneio anterior, mantendo o objetivo de voos ainda mais altos.
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