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Estrela do atletismo conquista pódio no ciclismo nos Jogos Parasul-Americanos

Jerusa Geber conquista prata na contrarrelógio da classe B para cegas, impulsionando o Brasil na abertura dos Jogos Parasul-Americanos

02.07.26 - JERUSA GEBER E A PILOTA MARCELLA TOLDI - Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026. Provas de Ciclismo em Codazzi, Colômbia. Foto: Alessandra Cabral/CPB
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  • Brasil conquistou sete medalhas no contrarrelógio do ciclismo nos Jogos Parasul-Americanos, com quatro ouros e três pratas.
  • Jerusa Geber, prata na classe B (deficiência visual), completou a prova em 27min55s23, atrás apenas de Viviane Soares.
  • Viviane Soares levou o ouro na prova com a piloto Lara Marinho, buscando manter a boa fase após competição anterior.
  • Lauro Chaman venceu o contrarrelógio masculino da classe C5, com 34min30s81, seguido por atletas da Colômbia.
  • Outros pódios brasileiros: Roberto Neto ouro na classe C2; Sabrina Custódia prata na C2; Eduardo Pimenta ouro na classe H3.

O Brasil abriu a participação nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, na Colômbia, com sete medalhas na modalidade de ciclismo de contrarrelógio. A campanha começou nesta quinta-feira, 2 de julho, com vitórias e pódios importantes para a delegação.

Jerusa Geber, prata na classe B para deficientes visuais, compõe o elenco brasileiro. A acreana de 44 anos, nata do atletismo, competiu com a piloto Marcella Toldi. Geber concluiu o percurso em 27min55s23, ficando atrás apenas da compatriota Viviane Soares. O bronze foi da argentina Maria Jose Quiroga.

Viviane Soares garantiu o ouro na disputa com a piloto paulista Lara Marinho, repetindo o ótimo desempenho da dupla na prova. A atleta fluminense, que já teve bronze nos 100 m da classe T12, celebrou o resultado ao CPB.

Outros pódios brasileiros no ciclismo

No masculino da classe C5, Lauro Chaman venceu com 34min30s81, seguido por atletas colombianos. Na mesma prova, Diego Dueñas e Juan Gómez ficaram em segundo e terceiro, respectivamente. Entre as mulheres, Fabiana Ventura ficou com a prata, atrás de Paula Ossa, com Laydis Veja em quarto.

Na classe C2, Roberto Neto conquistou o ouro com 26min00s68, superando Esneider Muñoz e Manuel Opazo. Sabrina Custódia levou a prata na prova feminina, ficando 1min42s atrás de Daniela Munévar; o bronze coube a Maria Sergo, da Argentina.

Na classe H3, handbikes, Eduardo Pimenta venceu com 28min41s49, terminando à frente de Oscar Biga (prata) e Sebastian Morales (bronze).

Contexto e continuidade da competição

O Brasil participa com 237 representantes em 13 modalidades, incluindo quatro atletas-guia e quatro pilotos de ciclismo para deficientes visuais. A competição segue até 15 de julho, com a cerimônia de abertura programada para este domingo, 5 de julho.

A delegação brasileira tem 50 medalhistas de Mundiais e 48 que já subiram ao pódio em Paralimpíadas. Este é o segundo Parasul, após a edição de 2014 em Santiago; a de 2018, prevista para Buenos Aires, não ocorreu por dificuldades financeiras.

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