O Sheffield Wednesday, segundo clube mais antigo da Inglaterra, enfrenta uma grave crise financeira. Desde maio, os jogadores não recebem salários em dia, o que gerou insatisfação e culminou em uma rebelião que resultou no cancelamento de um amistoso contra o Burnley. A situação se agrava com a perda do treinador Danny Rohl e de atletas importantes, como Josh Windass e Michael Smith.
A estreia do Sheffield na segunda divisão está marcada para o dia 10 de agosto, contra o Leicester City, que foi rebaixado da Premier League na última temporada. No entanto, a equipe corre o risco de não entrar em campo devido aos atrasos salariais que se repetem desde maio, passando por junho e julho, sem previsão de regularização.
Além dos problemas internos, o clube enfrenta sanções financeiras severas. O Sheffield Wednesday está sob embargo de contratações, o que significa que só poderá adicionar jogadores sem taxas de transferência ou empréstimos. O elenco também não pode ultrapassar 23 jogadores de “nível profissional”. O embargo será suspenso apenas quando todos os salários forem quitados.
A crise no Sheffield Wednesday levanta preocupações sobre a continuidade do clube e sua capacidade de competir na nova temporada. A situação atual exige uma solução rápida para evitar maiores consequências e garantir a participação da equipe nas competições.
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