O Atlético Mineiro, que completa 118 anos, lança 2026 com a missão de reconstruir a competitividade após anos de altos e baixos. O auge recente foi em 2021, quando Hulk conduziu o elenco a título brasileiro e Copa do Brasil, encerrando um jejum de 50 anos.
Apesar da força demonstrada em 2021, o clube não manteve o status. O Galo passou por fases decisivas frustrantes, com três finais em dois anos e oportunidades desperdiçadas que deixaram a torcida com o saldo entre esperança e decepção.
Em 2024, o Atlético chegou às finais da Copa do Brasil e da Libertadores. Perdeu a decisão nacional para o Flamengo e a continental para o Botafogo, esta última com a equipe atuando quase o tempo todo com um jogador a menos.
No ano seguinte, 2025, o Galo teve nova chance na Copa Sul-Americana, buscando retorno à Libertadores. O desfecho foi derrota nos pênaltis, mantendo o padrão de frustração em decisões de mata-mata.
No Campeonato Brasileiro, o desempenho ficou abaixo do esperado por parte da torcida. O time esteve próximo à zona de rebaixamento por dois anos consecutivos, mas permaneceu na Serie A e segue em recuperação.
Para 2026, o clube inicia um novo ciclo com a chegada do técnico Eduardo Domínguez, após a saída de Jorge Sampaoli. A meta é fortalecer a participação na elite nacional e manter a luta por títulos.
A diretoria confirmou prioridade ao Brasileirão, com planejamento voltado à classificação para a Libertadores. Ainda disputam-se a Copa do Brasil e a fase de grupos da Sul-Americana como caminhos para objetivos a curto prazo.
A expectativa dos torcedores é de um Galo protagonista novamente, buscando títulos nacionais e sul-americanos e a retomada do espaço entre os grandes do futebol brasileiro. O clube já traça ações para consolidar esse retorno.
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