O empresário John Textor cobrou publicamente o clube social do Botafogo pela liberação da segunda parcela de um empréstimo acordado em fevereiro. A liberação depende da assinatura do presidente do associativo, João Paulo Magalhães.
Textor disse, em entrevista à ESPN, que a comparação com o Vasco não procede e que não houve quebra de acordo. Afirmou ainda que a empresa tem direito de gerir o caixa conforme necessidade de caixa do clube.
O dirigente criticou membros do clube social por dificultarem a entrada de recursos e citou bloqueio de receitas de transferências. Segundo ele, contratos estavam estruturados para manter jogadores por prazo prolongado, o que ele classifica como impeditivo financeiro.
Situação atual
Textor afirmou que a SAF já aportou mais recursos do que o previsto no acordo, antes do prazo. Afirmou que está em conformidade com o acordo e que não houve notificação de descumprimento por parte do clube social.
Ele afirmou que pretende esclarecer a situação aos demais membros do clube social nos próximos dias e que reuniões do conselho devem esclarecer posições. Afirmou ainda que o clube social está dividido entre apoiadores e críticos à gestão.
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