John Textor apresentou nesta terça uma carta-proposta ao Botafogo, visando amenizar a crise financeira da SAF. O aporte é de US$ 25 milhões (≈ R$ 128,5 milhões) em capital próprio, não sendo empréstimo. O objetivo é manter liquidez e pagar folha salarial, fortalecendo o balanço por meio de equity.
A proposta prevê a emissão de novas ações, mantendo os 10% de participação do Clube Social. Segundo o anúncio, a capitalização somaria US$ 50 milhões (≈ R$ 257 milhões), reunindo aporte já assegurado com investidores anteriores e o novo valor.
A gestão da SAF aguarda autorização do Clube Social para a entrada de capital. Em fevereiro, o Botafogo já tinha recebido um empréstimo de US$ 25 milhões de GDA Luma e Hutton Capital para liquidar o transfer ban, com cláusula de conversão em participação societária.
Detalhes da carta-proposta
A carta afirma que o aporte é de capital próprio e não dívida. O objetivo é entregar liquidez imediata e de médio prazo, cobrindo obrigações como folha de pagamento, sem aumentar o endividamento. A assinatura de João Paulo Magalhães, presidente do Clube Social, não ocorreu até o momento.
Textor ressalta o compromisso com o Botafogo e diz que a autorização do Clube Social é essencial para avançar com a capitalização. O investidor se diz disposto a continuar financiando e a trabalhar com as partes interessadas para a estabilidade do projeto esportivo.
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