O Fluminense estreou na Libertadores em Caracas diante do La Guaira, em tempo de nervos à flor da pele. A equipe teve maior posse de bola e criou chances, mas não conseguiu traduzir o domínio em vantagem. O duelo terminou com empate, segundo avaliação da diretoria e do técnico.
Na saída de bola, o desempenho ficou abaixo do esperado. Jemmes, zagueiro em sua primeira Libertadores pelo clube, e Freytes sentiram a pressão do contexto. A construção desde a defesa mostrou inseguranças em momentos decisivos, comprometendo o ritmo do Tricolor.
Do meio para frente, John Kennedy foi o jogador mais ativo do ataque, mas recebeu pouca assistência. Savarino, Canobbio e Lucho Acosta sentiram a falta de velocidade para acelerar as ações ofensivas, enquanto Martinelli e Hércules sustentaram o meio, sem conseguir conectar com os homens de frente.
Sequência até a Copa do Mundo
O empate pode impactar a maratona de jogos até a pausa para a Copa do Mundo. O Flu encara uma sequência com três jogos entre cada intervalo, sem tempo para recuperar plenamente. Caso tivesse vencido, o treinador ganharia consistência para rodar o elenco e manter a briga pelo Brasileirão.
Após o empate com o Coritiba no sábado, o Fluminense viu o Palmeiras abrir cinco pontos na liderança. A partir da Copa do Brasil, a pressão pelo desempenho melhora, com 15 jogos previstos até a pausa, antes do retorno da competição.
O que vem por aí para o Fluminense?
O time volta a campo neste sábado, 10 de abril, contra o Flamengo, no Maracanã, pela rodada do Brasileirão, às 18h30 (horário de Brasília). A expectativa é de equilíbrio técnico e recuperação de ações ofensivas para a sequência da temporada.
Entre na conversa da comunidade