Bianca Cugno foi a protagonista da temporada do Osasco/São Cristóvão Saúde, destacando-se como a melhor oposta da Superliga 2025/26. A jogadora argentina contribuiu para dois títulos, a Copa Brasil e a Supercopa, além da prata no Sul-Americano e o bronze no Mundial de Clubes.
No fim da passagem, a oposta deixou o clube para atuar na Europa. Seu ciclo em Osasco terminou com uma coleção de conquistas e a torcida preserva a memória de uma temporada marcada por jogos decisivos e desempenho estável.
Cugno afirmou que adoraria retornar a Osasco no futuro. Garantiu que o clube a acolheu como família e que o carinho permanece, mesmo com a mudança rumo ao voleibol europeu.
Nova temporada, nova.oposta
Para 2026/27, a posição de destaque na equipe ficará com a polonesa Magdalena Stysiak, vice-campeã da Champions League pelo Eczacibasi. A troca encerra um ciclo de liderança italiana no elenco.
A entrevista publicada pelo clube revelou a percepção da atleta sobre sua evolução. Ela mencionou a progressão da equipe ao longo da temporada e a consolidação de quatro medalhas coletivas.
Sobre a responsabilidade de ser a principal atacante, Cugno disse ter absorvido o papel com tranquilidade, encarando o desafio como parte do crescimento pessoal e profissional.
Ela destacou a memória de jogos cruciais, com ginásio lotado e marcação adversária ajustada, como momentos de maior aprendizado. O foco ganhou quando a equipe teve que remar contra adversidades.
Cugno ressaltou o aprendizado proporcionado pelo Brasil, pela qualidade das jogadoras e dos clubes. Revelou que a experiência elevou o nível de jogo e o desejo de retornar ao país.
A convivência com o técnico Luizomar e com as companheiras também foi essencial. A atleta disse ter se sentido em casa desde o primeiro dia e agradeceu pela confiança recebida.
Por fim, a atacante reforçou o desejo de voltar a vestir a camisa de Osasco no futuro. Encerrou com a certeza de que o clube lhe ensinou muito e deixou saudades na torcida.
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