O Fluminense empatou com o Bolívar por 2 a 1, nesta terça-feira, no Maracanã, pela Libertadores. O resultado mantém o Tricolor vivo no Grupo C, mas obriga o time a vencer por três gols na última rodada e torcer por tropeços do Bolívar. A partida teve vaias ao final.
O Maracanã recebeu mais de 60 mil torcedores, que apoiaram desde o aquecimento. O time abriu o placar com Lucho Acosta, mas deixou o adversário crescer e sofreu o empate. A vitória parecia perto, mas falhas defensivas e perda de controle emocional atrapalharam a atuação.
A equipe entrou em campo com intensidade, dominou a posse e chegou a 74% de domínio, acumulou 24 finalizações e oito chutes no gol. No entanto, apenas 2.2 de xG demonstra a discrepância entre volume e eficiência, com quatro grandes chances desperdiçadas.
A saída de John Kennedy, aos 2 a 1, gerou polêmica calculada pela diretoria. O artilheiro marcou o gol da virada, mas foi substituído por Germán Cano ainda no tempo de comemoração. Maxi Cuberas justificou a mudança como tentativa de manter o ataque ativo.
John Kennedy reconheceu o momento de decisão, dizendo estar pronto para sair se a comissão técnica entender necessário. Cuberas afirmou que as trocas tinham o objetivo de manter a frente ofensiva e a saúde física do elenco durante o jogo.
Ao fim, o Fluminense manteve a esperança na Libertadores, porém reforçou a necessidade de equilíbrio emocional e eficiência. O time volta a campo no sábado, fora de casa, contra o Mirassol, pelo Brasileirão, com a missão de entregar um melhor desempenho.
O Bolívar saiu de campo com a sensação de ter aproveitado as oportunidades ao máximo, especialmente com o goleiro Carlos Lampe em grande atuação. O time boliviano leva um triunfo para casa e respira na competição.
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