O Fluminense vive uma das fases mais marcantes de John Kennedy, hoje o principal atacante do clube na temporada. O camisa 9 soma gols decisivos que sustentam a campanha no Brasileirão e na Libertadores, mantendo o time competitivo em 2026.
A atuação recente ganhou contornos de transformação. Em 2025, depois de retornar do México, recebeu proposta de 9 milhões de euros do Shakhtar Donetsk, mas pediu para ficar. A diretoria aceitou a permanência para que ele pudesse se provar no Tricolor.
De volta em 2026, Kennedy tornou-se peça-chave ao marcar gols decisivos em várias partidas. Em grande parte dos jogos diante de São Paulo, Corinthians, Remo, Bahia e Vitória, ele abriu o placar ou garantiu vitórias. Além disso, entrou bem no banco em momentos críticos.
Protagonismo e liderança
Na relação com o elenco, o atacante passou a atuar como referência técnica e líder dentro e fora de campo. Ele se tornou figura próxima da torcida e, em situações difíceis, assume voz para motivar o grupo e orientar companheiros, inclusive em entrevistas internas.
A postura ganhou destaque em jogos da Libertadores e do Brasileirão, como quando saiu do banco para manter o Fluminense vivo em momentos decisivos. Em 4 de abril a 6 de maio, foram entradas decisivas em quatro partidas consecutivas.
O que vem por aí?
O próximo compromisso do Fluminense é contra o Mirassol, no sábado, fora de casa, pelo Campeonato Brasileiro. A expectativa é manter o aproveitamento e a regularidade de John Kennedy, que despontou como líder técnico da equipe.
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