O Cruzeiro empatou com o Fluminense e encerrou a rodada na 11ª posição do Brasileirão. A equipe mineira manteve a estratégia de intensidade e transição rápida, mas adotou uma linha defensiva com seis jogadores, sob o comando de Zubeldia, que impactou o desempenho ofensivo pelos cruzamentos.
A proposta levou o time a apostar menos no ataque pelos corredores e mais em passes diretos na área adversária. Em 22 cruzamentos tentados, o aproveitamento foi de 22,73%. A equipe teve dificuldade em transformar as bolas centrais em finalizações efetivas.
Efetividade e finalizações
Com Artur Jorge, o Cruzeiro passou a finalizar menos dentro da área e mais de fora, totalizando 12 chutes de longa distância contra sete de dentro da área. Dentre as finalizações, apenas duas foram defendidas por Fábio e uma desviou na barreira, terminando no gol.
No conjunto da partida, o aproveitamento das finalizações ficou em 15,79% (19 chutes), marcando o terceiro pior desempenho sob o comando atual. Os números de xG mostraram vantagem do Fluminense no saldo esperado: 1,23 a 0,69 a favor do rival.
Reações após o jogo
Fagner reconheceu que o Cruzeiro poderia ter sido mais refinado no ataque, sugerindo faltas de refinamento na definição final. Por outro lado, Artur Jorge defendeu o desempenho da equipe, apontando equilíbrio entre as fases do jogo.
Na análise das defesas, Fábio realizou duas defesas, enquanto Otávio fez quatro, incluindo uma intervenção nos minutos finais. Os dados apontam que o Cruzeiro teve maior domínio no primeiro tempo, porém cedeu no aspecto físico no segundo tempo.
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