O Botafogo encerrou a primeira metade do Brasileirão em posição abaixo do esperado, mesmo após avanços sob o comando de Franclim Carvalho. Com um jogo a menos, o Glorioso soma 22 pontos e ocupa a 12ª colocação, em meio a oscilações de desempenho que preocupam a torcida.
A trajetória do time foi marcada por fases distintas: início conturbado, transição promissora e busca por afirmação. A diretoria havia apostado em Martín Anselmi, que estreou com vitória expressiva sobre o Cruzeiro, mas caiu em sequência diante Grêmio, Fluminense, Flamengo e Palmeiras, levando à sua saída.
Mudança de comando e retomada
Rodrigo Bellão assumiu com foco em um estilo ofensivo e compacto; no curto período, o Botafogo perdeu para o Athletico-PR por 4 a 1, mas venceu Mirassol e Vasco, ganhando crédito pela evolução. Posteriormente, Franclim Carvalho transferiu o trabalho para uma proposta de jogo mais estruturada, ainda sem consolidar resultados no Brasileirão.
O desempenho recente apontou pontos perdidos contra Coritiba e Internacional, ambos com empates em 2 a 2 após ter vantagem. Também houve derrota para o Remo em jogo pela Copa do Brasil, e liderança conquistada na Sul-Americana, com bons momentos na competição continental.
Desafios e próximos passos
No Brasileirão, o time já soma sete pontos deixados em jogos definidores, o que mantém a equipe próximo da zona de rebaixamento. O último compromisso, diante do Bahia na Arena Fonte Nova, apresentou virada nos acréscimos após expulsão de jogador. A volta do calendário exige regularidade para evitar retrocessos.
Em síntese, o Botafogo precisa consolidar uma defesa mais sólida e manter o nível produtivo apresentado em momentos de transição. O objetivo é transformar as oscilações em consistência no Brasileirão.
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