Brito, ídolo da seleção brasileira e ex-zagueiro do Corinthians, morreu nesta quinta-feira (11). O bicampeão mundial de 1970 estava internado por mais de uma semana lutando contra pneumonia. O falecimento ocorreu aos 77 anos, deixando um legado marcado pela defesa firme e pela participação na famosa equipe que venceu o México 1970.
Contratado pelo Corinthians em 1974, Brito chegou ao Parque São Jorge após passagem pelo Botafogo. O atleta participou da disputa do Campeonato Paulista daquele ano, integrando o elenco alvinegro por uma temporada breve, com 29 partidas disputadas pelo clube.
A estreia pelo Corinthians ocorreu em agosto, em amistoso vencido por 1 a 0 contra o Marília. A partir de então, o zagueiro atuou pela equipe até o fim da campanha paulista de 1974, encerrando sua passagem pelo clube na reta final do torneio.
Brito teve uma carreira que passou por diversos clubes de destaque do futebol brasileiro, incluindo Flamengo, Cruzeiro, Internacional, Vasco, Botafogo e Athletico Paranaense. Entre títulos, destacam-se a Copa do Mundo de 1970, o Torneio Internacional de Paris, o Troféu Teresa Herrera e o Torneio Rio-São Paulo de 1966.
Ao todo, o ex-jogador disputou 61 partidas pela Seleção Brasileira, com duas Copas do Mundo disputadas (1966 e 1970). Era elogiado pela preparação física; na Copa de 1970 formou dupla de zaga com Piazza e foi titular na final histórica contra a Itália, no Estádio Azteca, vitoriosa por 4 a 1.
O clube que Brito mais atuou ao longo da carreira foi o Vasco, com 405 jogos em dez anos somados. Sua passagem pelo Corinthians, porém, fica marcada pela participação em 29 partidas na temporada de 1974.
Brito é o sétimo jogador tricampeão mundial que o Brasil perdeu entre os 22 convocados para o Mundial de 1970. Além dele, faleceram Félix, Carlos Alberto Torres, Fontana, Everaldo, Joel Camargo e Pelé. O técnico Zagallo, que conduziu a equipe à tríplice coroa, faleceu em 2024.
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