O Vasco abriu a janela de transferências entre 20 de julho e 11 de setembro, com decisões sobre atletas do elenco e uma estratégia de mercado baseada na cautela financeira. O clube avalia situações e pode negociar peças.
Entre os casos em evidência está o volante Tchê Tchê, que perdeu espaço no time e atrai interesse de rivais da Série A. O camisa 5 pode assinar pré-contrato a partir de 1º de julho, já que o contrato se encerra no fim da temporada. Não houve negociação avançada até aqui.
Outro jogador em situação indefinida é Marino Hinestroza. Contratado com expressivo investimento, o atacante não se firmou e envolve polêmicas nas redes. O Vasco avalia empréstimo com opção ou obrigação de compra, condicionada a metas.
O meia Nuno Moreira vive momento de baixa de rendimento, mas a diretoria mantém abertura para propostas consideradas vantajosas. A avaliação leva em conta o valor de mercado do jogador, mesmo diante do momento recente.
Andrés Gómez aparece como peça-chave do elenco, sendo visto como elemento importante para o projeto. A troca não é prioridade neste momento, mas a diretoria admite a possibilidade de venda caso surja proposta expressiva, especialmente ligada a atuações pela seleção.
Reforços sem grandes investimentos
A diretoria busca contratações sem grandes investimentos, repetindo a estratégia das últimas janelas: jogadores livres, empréstimos e pagamentos parcelados. Prioridade é oferecer um zagueiro com presença aérea e um volante “box-to-box”.
O clube também monitora a possibilidade de venda da SAF para o grupo liderado por Marcos Lamacchia, o que influenciaria a capacidade de investimento no curto prazo. A atuação de alto impacto financeiro permanece em análise.
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