Gabriel Magalhães, hoje zagueiro do Arsenal e da Seleção Brasileira, enfrentou a distância da família ainda jovem. Aos 12 anos, deixou Pirituba, São Paulo, para seguir a base do Avaí em Santa Catarina, buscando oportunidade no futebol.
O caminho não foi fácil. O jovem jogador ficou alojado perto da arquibancada e, após pedir ajuda ao pai, decidiu permanecer na cidade. Passaram-se anos de treino intenso até sua ascensão aos profissionais do Avaí e, depois, para o Lille.
A verdade por trás da história envolve a dedicação da família. Márcia, mãe do jogador, trabalhou como doméstica e faxineira, perdendo momentos com os filhos. O marido, Marcelo, passava longas horas fora de casa para sustentar a família.
Ela relembra ainda a influência do pai da família, Seu Acácio, que cuidava dos filhos durante o cotidiano intenso de trabalho. O relato mostra raízes fortes que sustentaram Gabriel ao longo da carreira.
No registro televisivo, Gabriel se emocionou ao ouvir o depoimento da avó Olga, mãe de Márcia, em quadro especial da atração dominical. A matéria ressalta o esforço da família para que o atleta alcançasse o reconhecimento mundial.
A entrevista de Gabriel, veiculada em palco com o apresentador Luciano Huck, evidencia o impacto das escolhas feitas na década de 2000. A trajetória desde a base até a vida no futebol profissional é descrita como fruto de sacrifícios e apoio familiar.
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