A LiveMode assumiu 100% da CazéTV e colocou Casimiro como sócio da holding global do grupo. A empresa negocia direitos esportivos e conta com investidores como General Atlantic e XP, ligados à estrutura da Liga Forte União. A operação envolve a arena de transmissão e receitas futuras.
A LFU cedeu 20% das receitas comerciais dos clubes por cinquenta anos em troca de R$ 2,6 bilhões. A operação passou pela Sports Media, financiada por debêntures de fundos da XP. Em abril de 2024, houve aporte minoritário de General Atlantic e XP na LiveMode.
A base do negócio envolve a participação da LiveMode na Sports Media e a gestão de direitos de transmissão. Em novembro de 2023, clubes cederam 20% das receitas à LFU, recebendo adiantamento de R$ 1,2 bilhão. A Sports Media reduziu de 20% para 12% desses direitos.
Trajetória dos fundadores
Edgar Diniz e Sérgio Lopes criaram o Esporte Interativo em 2007, no começo da parabólica e no meio digital. A equipe transformou a resposta do público via SMS e Orkut em modelo de negócios. A LiveMode ajudou a montar a Liga Forte União.
Ação da LiveMode e relação com a Liga
A LiveMode ajudou a estruturar a Liga Forte União, oposição à Libra, que fechou contrato com a Globo. A Lei do Mandante de 2021 ampliou o poder de negociação dos clubes mandantes sobre transmissões. A relação entre as partes permanece sob análise.
Copa de 2022, streaming e impacto de CazéTV
A LiveMode atuou como agência da FIFA no Brasil durante a Copa do Mundo de 2022. A Globo abriu mão de exclusividade no streaming, e a LiveMode ficou com o pacote digital. CazéTV ganhou destaque e anunciou a transmissão de 104 jogos da Copa de 2026 no Brasil.
Situação atual e perspectivas
Em 2023, Edgar Diniz afirmou que CazéTV e LiveMode não visavam disputas por direitos. Hoje, clubes estudam contestar contratos com vigência até 2075. A CBF busca organizar uma liga de clubes, enquanto a FIFA pode revisar o papel da LiveMode para 2030.
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