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Adidas veste 150 seleções em Copas desde 1970, parceria com a FIFA

Adidas veste 150 seleções desde 1974, liderando o ranking; em 2026, a marca estampa 30% das classificadas, com Nike e Puma em ascensão

Desde 1970, Adidas, Puma e Nike vestiram 288 das 396 equipes nos mundiais (cerca de 72%)
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A Adidas veste seleções nas Copas desde 1974 e já contabilizou 150 elencos que participaram do torneio, mantendo liderança entre os fornecedores nas últimas 15 edições. Em 2026, a marca estampa 30% das equipes classificadas para o Mundial realizado nos EUA, México e Canadá.

A Nike figura em segundo lugar, com 76 seleções já vestidas, seguida pela Puma, com 62 times. A competição de 2026 registra crescimento de ambas as rivais da Adidas desde a década de 1990, ampliando a participação de marcas diversas no cenário das copas.

Parcerias com a Fifa

A Adidas é a parceira comercial mais antiga da Fifa, com contrato iniciado em maio de 1970 e renovado ao longo dos anos, vigente até o fim de 2030. A empresa fornece a bola oficial das Copas e atua no desenvolvimento tecnológico e no design dos materiais.

Histórico de fornecimento

A edição de 1990, na Itália, foi a mais intensa para a Adidas, com 15 das 24 seleções vestindo a marca. Das rivais, apenas Nike (2014 e 2022) e Puma (2006) superaram esse destaque naquela edição. Em 1998, França, houve a maior diversidade de marcas presentes, com 12 fornecedores.

Desde 1970, 44 empresas já produziram material esportivo para as 396 seleções classificadas ao longo das Copas. A Umbro permanece como a fornecedora mais antiga entre as marcas que já atuaram no torneio.

Contexto da Copa do Mundo

A Copa é um evento privado, realizado a cada quatro anos pela Fifa com fins de lucro. As seleções se classificam por meio de eliminatórias. A comissão técnica e o elenco são definidos por entidades privadas, sem participação direta do governo na escolha dos jogadores.

No Brasil, cabe à CBF escolher o treinador e os atletas convocados. Embora haja interesses comerciais de marketing, a decisão envolve apenas entidades do futebol, não o governo federal.

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