O SBT avançou no mercado esportivo ao ser convocado pela CBF para disputar os direitos de transmissão da Copa do Brasil. A licitação ocorre mesmo com o Mundial em andamento, sinalizando planos da emissora para manter o futebol na grade após a Sul-Americana.
A estratégia do SBT é atrair a audiência que já responde bem ao futebol doméstico. A emissora aposta na Copa do Brasil como substituta natural da Sul-Americana, em função do formato, da presença dos grandes clubes e da mobilização nacional.
A primeira movimentação mostra o SBT buscando ritmo de negociações antes do encerramento da temporada. O objetivo é garantir conteúdo relevante para a faixa noturna e manter o público fidelizado.
Globo
A Globo entra na licitação como forte favorita para manter os principais direitos do futebol. A fragmentação dos direitos esportivos acena com competição entre emissoras, exigindo estratégia robusta e preço competitivo.
Record
A Record, que não participou da Copa do Mundo, vê na Copa do Brasil uma oportunidade de ampliar atuação em direitos esportivos na TV aberta. A concorrência deve acelerar negociações e formas de distribuição.
SBT
O SBT é visto como candidato com grande urgência. A emissora pretende manter o futebol na grade após a Sul-Americana e o Mundial, fortalecendo o ciclo esportivo iniciado em 2020.
O recado do SBT para o mercado
A entrada na licitação reforça a intenção de preservar o futebol como ativo principal. A emissora busca manter anunciantes atraídos e fidelizar torcedores com conteúdo doméstico.
A disputa destaca três grandes,” emissoras do país, cada uma com motivações distintas para a Copa do Brasil. A definição de quem transmite o torneio deve trazer impactos relevantes à estratégia de programação de 2025.
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