O treinador Carlo Ancelotti explicou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, por que costuma manter celebrações discretas após gols. Aos 67 anos, ele diz que a cautela física e a experiência influenciam sua forma de reagir em campo.
Ancelotti afirma que não corre pela linha de fundo para evitar lesões. O técnico cita o risco de romper o joelho e comenta que, mesmo em vitórias com gols nos minutos finais, prefere não exagerar na comemoração.
O comandante da Seleção Brasileira foi questionado sobre a possibilidade de rezar nos momentos de tensão. Ele brincou que é católico, mas que acredita que Deus tem outras prioridades, mantendo o tom sereno característico.
Ele também revelou curiosidades sobre os hábitos no banco, incluindo o costume de mascar chiclete, que nem sempre leva de volta ao banco. Na última vitória sobre o Japão, afirmou ter esquecido o hábito no vestiário.
A entrevista abordou ainda o próximo desafio da equipe, diante da Noruega pelas oitavas de final. Ancelotti destaca a dificuldade típica de jogos de mata-mata e enfatiza a importância dos aspectos mentais, além dos técnicos.
Próximo desafio
Para o confronto contra a Noruega, o treinador ressalta que o elenco enfrenta um adversário motivado e com histórico de partidas equilibradas. A prioridade é manter o equilíbrio entre defesa e ataque, sem abrir espaço a falhas desnecessárias.
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