O governo brasileiro, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gastou R$ 345.013,56 para trazer a ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, ao Brasil. Condenada a 15 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, Heredia chegou ao país em 16 de abril de 2025, após receber asilo diplomático. A informação foi confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em resposta a um requerimento do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).
Os custos da operação incluem R$ 318.009,20 em logística, R$ 7.547,62 em diárias para a tripulação e R$ 19.456,74 em taxas aeroportuárias. A FAB detalhou que o voo partiu de Brasília, fez escalas em Cuiabá e Lima, e envolveu uma equipe de seis militares, incluindo três pilotos. O itinerário foi programado para garantir a segurança e eficiência da operação.
Críticas e Repercussões
A revelação dos gastos gerou críticas sobre o uso de recursos públicos para trazer uma figura controversa como Heredia. Van Hattem expressou indignação nas redes sociais, afirmando que é “surreal o apoio de Lula a criminosos internacionais com o nosso dinheiro”. O deputado também destacou que, em junho, a FAB havia determinado sigilo de cinco anos sobre os custos da operação, o que levanta questões sobre a transparência do governo.
A ex-primeira-dama e seu filho de 14 anos desembarcaram no Brasil em um jatinho modelo E-135 Shuttle, conhecido como VC-99C. O voo foi solicitado pelo Ministério de Relações Exteriores e levantou debates sobre a prioridade do governo em conceder asilo a indivíduos com passados questionáveis.
Entre na conversa da comunidade