O governo anunci ous a instauração de uma comissão pública para apurar como as autoridades lidaram com o caso do pai fugitivo Tom Phillips e seus três filhos. O desaparecimento ocorreu no fim de 2021, na Escarpa do Norte, Ilha da Nova Zelândia, após conflito com a mãe, sem guarda legal. Phillips não tinha custódia e vivia no interior agreste.
Na operação, Phillips foi morto em tiroteio com a polícia em Piopio, em agosto. Dois filhos foram localizados em um acampamento em Waitomo, e o terceiro estava com Phillips no momento do tiroteio. As crianças permanecem sob custódia de Oranga Tamariki, agência de proteção à infância.
Comissão pública e objetivos
A Attorney General Judith Collins anunciou que a comissão irá avaliar se as agências governamentais tomaram todas as medidas cabíveis para proteger o bem-estar das crianças. O objetivo é esclarecer fatos e verificar se houve chance de evitar ou solucionar rapidamente o caso no futuro. O inquérito terá duração privada para resguardar a segurança das crianças.
Estrutura e prazos
O comissário único é Justice Simon Moore KC. O relatório final deverá ser apresentado até julho de 2026. O processo investigará o envolvimento das autoridades antes e depois do desaparecimento, levando em conta as circunstâncias consideradas excepcionais pelo caso.
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