Donald Trump afirmou ter feito um ultimato a Nicolás Maduro durante telefonema recente, segundo relatos de fontes. A conversa, ocorrida por volta de 21 de novembro, não teve detalhes oficiais divulgados pelos governos dos dois países. O presidente dos EUA reconheceu apenas que a ligação aconteceu.
Relatos indicam que Trump teria dito a Maduro para deixar o poder de imediato, oferecendo passagem segura para Maduro, a esposa e o filho, em troca de renúncia imediata. Maduro, porém, teria recusado a saída e apresentado exigências, incluindo imunidade mundial e controle continuado das forças armadas.
A configuração do cenário envolve,ainda, uma pressão de longo prazo sobre o regime venezuelano. Desde 2013, a relação já viu campanhas de pressão, contatos diplomáticos e medidas econômicas, acompanhadas de crises políticas internas e protestos.
Segundo relatos, a chamada teve intermediários como Brasil, Qatar e Turquia, sem confirmação oficial de detalhes do conteúdo discutido. Citada como referência, a imprensa destacou que não houve novo contacto direto entre as partes após a suposta conversa.
Fontes próximas ao governo venezuelano contestaram que Trump pretendesse ações militares de grande impacto, lembrando ceticismo sobre a possibilidade de tal desfecho. A percepção entre analistas é de que as ameaças podem ter caráter estratégico, sem confirmação de execução.
Colômbia, por meio do presidente Gustavo Petro, chegou a sugerir Cartagena como local de negociações entre o regime de Maduro e a oposição. Maduro, em carta publicada pela mídia estatal, acusou a intervenção externa na indústria petrolífera do país, sob alegação de uso da força.
Contexto diplomático
- Aumento de pressão dos EUA sobre a Venezuela tem sido tema recorrente desde 2013.
- Abertura de espaço para negociações varia conforme mudanças políticas regionais e internacionais.
- Ações militares ou diplomáticas ainda não foram confirmadas pelas partes envolvidas.
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