A decisão sobre consolidar os sete escritórios diplomáticos da China em Londres em um único endereço, perto da Tower Bridge, foi novamente adiada para 20 de janeiro. A nova data coincide com a visita planejada do líder trabalhista Keir Starmer à China e ocorre após avaliações de segurança dos ministérios do Interior e dos Negócios Estrangeiros sem objeções preliminares.
Os trabalhos visam substituir as sete instalações atuais pela embaixada única no Royal Mint Court, um complexo de 20 mil metros quadrados. O governo diz que a mudança traz vantagens de segurança e facilitará a operação diplomática. A China já concordou em reunir todos os seus prédios na capital britânica nesse espaço.
Detalhes do andamento
A decisão foi adiada pela terceira vez. Autoridades explicam que a postergação atende a uma verificação completa de questões de segurança, conduzida com a participação da polícia. Se aprovada, o novo espaço substituirá a atual rede de locais diplomáticos chineses em Londres.
A oposição local tem criticado a postura de Pequim em relação a Hong Kong e Xinjiang, com protestos frequentes nas proximidades do Royal Mint Court. Um porta-voz do governo afirmou que a decisão final cabe ao secretário de Habitação, Comunidades e Governo Local, que deve consolidar o posicionamento após as avaliações de segurança concluídas.
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