O conflito entre o grupo M23, apoiado pelo Ruanda, e o Exército da RDC se intensificou no leste do país. Em Luvungi, a cidade fronteiriça, o M23 abriu caminho para avançar sobre Uvira, próximo à fronteira com Burundi, enquanto combate com tropas congolesas e grupos locais, como os Wazalendo.
Mais de 200 mil pessoas fugiram de casa nas últimas dias, segundo autoridades locais. 74 pessoas morreram e 83 ficaram feridas, em confrontos que atingiram também áreas próximas a Sange e Kiliba, no território de South Kivu.
Desdobramentos recentes apontam para uma escalada dos confrontos, com o M23 consolidando posições ao norte de Uvira e enfrentando retaliações das forças governamentais. Boatos de aproximação dos rebeldes provocaram caos temporário na cidade.
Contexto atual
O líder do M23, Bertrand Bisimwa, reiterou que as negociações são a única via para a crise, citando o acordo de Doha como base para o diálogo. O grupo mantém apoio às negociações enquanto avança no terreno.
Autoridades locais relatam que o governo provincial buscou manter a calma após o susto com a presença de combatentes perto de Uvira. O governo central não se pronunciou oficialmente sobre as operações em curso.
A comunidade internacional continua monitorando a situação. O Departamento de Estado dos EUA expressou preocupação com a violência e pediu que Ruanda interrompa o apoio aos insurgentes para evitar novas escaladas. Ashames oficiais.
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