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Patrimônio de Mosul vive renascimento no ano; restaura diversidade religiosa

Restaurações em Mosul: duas igrejas e uma mesquita reabertas pela Aliph; relíquia de Santo Tomé devolvida; Porta dos Doze Apóstolos aberta; Museu de Mosul previsto para 2026

The Al-Raabiya Mosque—severely damaged during the battle to liberate the city from Isis in 2017—was one of several restored buildings revealed in October © ALIPH/Valéry Freland
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A cidade de Mosul registrou novas etapas na recuperação do patrimônio. Em outubro, a ONG Aliph anunciou a inauguração de duas igrejas e uma mesquita restauradas, além da reabertura da Tutunji House. A iniciativa faz parte do programa de restauração apoiado pela comunidade internacional.

Entre as obras concluídas, destacam-se a House of Prayer e a Al-Masfi Mosque, ambas recuperadas após anos de danos durante o conflito com o Isis. A reabertura ocorre em meio a esforços para fortalecer a presença de comunidades locais na região.

Outra intervenção relevante ocorreu na Igreja Mar Toma, onde a relíquia do dedo de Santo Tomé foi restaurada. A cerimônia contou com a presença de autoridades religiosas locais e marca a recuperação de um patrimônio espiritual significativo.

Inaugurações e restauros em Mosul

A Igreja Al Tahira (Chaldean) também foi reaberta no mesmo dia, após trabalhos de restauração de cerca de 1,3 milhão de dólares. A cerimônia contou com o arcebispo Najeeb Michaeel Moussa, que liderou os atos de batismo de campainhas e referências históricas.

A Mesquita Al-Raabiya, severamente danificada em 2017, foi reinaugurada pela Aliph e parceiros. O restauro envolve elementos arquitetônicos tradicionais e imagens que destacam a diversidade religiosa da cidade.

Além disso, está prevista a abertura do Mosul Museum em 2026. O museu recebeu investimentos de 15,8 milhões de dólares, concluídos após cooperação com o Louvre, a Smithsonian e o World Monuments Fund. O projeto começou em 2018.

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