A tormenta Byron causou estragos em Gaza, deixando oito mortos em 24 horas, incluindo crianças, e dezenas de imóveis derrubados. Mantêm-se a entrada restrita de ajuda humanitária, agravando a crise no território.
Desabamentos e hipotermia estão entre as causas das fatalidades. Entre 13 imóveis desmoronaram e há quatro pessoas dadas como desaparecidas, segundo equipes de resgate. A região norte, especialmente Beit Lahiya, registra várias vítimas sob escombros.
O território continua sob alto risco de infecções por água e frio. Relatos indicam milhares de tendas inutilizadas por inundações e ventos fortes, com chamadas de socorro chegando a 4.300 em 24 horas.
O número de deslocados permanece alto. Aproximadamente 795.000 pessoas vivem em áreas vulneráveis, sem drenagem adequada ou barreiras contra inundações, elevando o risco de transtornos sanitários.
As autoridades apontam entraves na entrada de materiais de reforço, como madeira e sacos de areia, dificultando a proteção contra inundações. A liberação de equipamentos permanece restrita pela entrada humanitária.
Organizações internacionais alertam para efeitos na saúde pública. A OMS aponta possível aumento de infecções respiratórias, gripe, hepatites e diarréias, agravadas pela falta de água e saneamento.
A Agência da ONU para Refugiados e a OMS destacam que a situação demanda acesso rápido a suprimentos, água potável e assistência médica para refugiados e deslocados. Pelas redes oficiais, não há confirmação de novas medidas de facilitamento imediato.
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