Durante a tempestade polar, a Faixa de Gaza again sofreu com frio intenso e chuvas, agravando a já vulnerável situação humanitária da região. Casas desabaram, tendas foram danificadas e ruas ficaram alagadas, ampliando o risco de doenças.
Pelo menos 11 pessoas morreram e várias ficaram feridas. Os óbitos ocorreram em Bir al-Naja (Beit Lahia), al-Rimal e no campo de al-Shati, além da Cidade de Gaza e da cidade sulita Khan Yunis, onde um bebê de oito meses morreu.
As autoridades locais destacam a necessidade de abrigo adequado e serviços médicos. O Ministério da Saúde de Gaza, sob controle do Hamas, alertou para riscos de surtos respiratórios entre crianças, idosos e doentes.
Impacto humanitário e resposta
A UNRWA lamentou o agravamento das condições de vida em Gaza, com chuvas fortes, inundações de ruas e tendas molhadas em áreas superlotadas. A agência pediu apoio para fornecer abrigo, água potável e assistência médica.
A organização reiterou que ambientes frios e úmidos elevam o risco de doenças, ressaltando a urgência de medidas de proteção para famílias atingidas pela tempestade, especialmente as que vivem em acampamentos improvisados.
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