O ataque a uma celebração de Hanucá em Bondi Beach, na região metropolitana de Sydney, resultou em pelo menos 16 mortes e 42 feridos. A polícia australiana trata o episódio como ataque terrorista ocorrido no fim de semana. A operação mobilizou forças locais para atender as vítimas e garantir a segurança na região.
Segundo as autoridades, as vítimas incluem uma rabina nascida em Londres, um casal sobrevivente do Holocausto, e uma menina de 10 anos. Entre os mortos há também um cidadão israelense. Dois agentes de polícia ficaram feridos e permanecem em estado crítico estável. O ataque ocorreu durante a celebração ao ar livre.
- Vítimas identificadas até o momento
O rabino Eli Schlanger, 41 anos, foi confirmado entre os mortos. Schlanger era assistente rabino do Chabad de Bondi e deixou cinco filhos. O casal sobrevivente do Holocausto, Alexander e Larisa Kleytman, também foi identificado entre as vítimas.
- Continuação do conjunto de feridos
Do total de feridos, 42 foram encaminhados a hospitais da região. Além dos que estão em estado crítico, vários apresentam ferimentos não letais. Um homem que tentou deter um dos atiradores também foi atingido em dois locais do corpo e está recebendo tratamento. O núcleo comunitário judaico informou sobre o andamento dos atendimentos.
- Repercussão internacional
Dan Elkayam, cidadão francês, consta entre as vítimas segundo fontes oficiais. Governos e lideranças mundiais lamentaram o ocorrido e destacaram o combate ao antissemitismo. Autoridades locais reforçam que a investigação segue para determinar motivações e autoria.
- Contexto institucional
A polícia de New South Wales confirmou a contagem de mortos e feridos na manhã de segunda-feira. Até o momento, não há divulgação de conclusões definitivas sobre o perfil dos sobreviventes além das identidades já anunciadas. A investigação continua com apoio federal e cooperação internacional.
O incidente elevou o alerta de segurança em eventos comunitários na região, com autoridades revisando protocolos de proteção a locais públicos e festividades religiosas. As equipes médicas mantêm o monitoramento de pacientes internados e o apoio às famílias das vítimas.
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