Ismail Terlemez, funcionário da NATO em Bruxelas, teve as acusações de corrupção retiradas pelo Departamento de Justiça dos EUA em julho. A prisão ocorreu em maio, em Bélgica, após investigação do FBI e do braço investigativo do DoD.
Segundo a acusação, Terlemez, cidadão turco, integrava o escritório de compras da NATO em Bruxelas e teria recebido suborno de um coconspirador em 2019 e 2020 para fraudar lances de contratos da organização.
Ele deixou a NATO para fundar uma empresa de defesa turca. A retirada das acusações coincidiu com a visita de Donald Trump a Erdoğan durante a cúpula da OTAN, em The Hague, levantando questionamentos sobre motivação de timing entre observadores.
Desdobramentos
A apuração indicava que a fraude envolvia um esquema para direcionar licitações da NATO, com Terlemez como figura central. O DOJ não apresentou evidências públicas de motivação política na decisão.
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