O Pentágono informou que as forças dos EUA interceptaram um terceiro navio petroleiro na costa da Venezuela. O navio foi acusado de transportar petróleo sancionado pela PDVSA, empresa estatal venezuelana. A ação ocorreu após uma apreensão semelhante na semana anterior.
A Venezuela classificou a interceptação como roubo e sequestro, afirmando que o país será responsabilizado pelos atos. O governo de Nicolás Maduro prometeu uma resposta, sem detalhar medidas.
O chanceler venezuelano não foi mencionado; contudo, o governo reiterou que a intervenção busca manchar a imagem de Caracas. Maduro reiterou que não cederá a pressões, segundo a gestão pública.
A administração dos EUA mantém acusações contra Maduro, alegando liderar uma rede de narcotráfico associada a atividades com petróleo sanionado. Maduro nega as acusações e pede defesa ao país.
Desdobramentos diplomáticos
A Casa Branca informou, por meio de sua porta-voz, que o navio continha petróleo sancionado e operava com bandeira falsa, participando de uma frota na sombra. As autoridades norte-americanas não detalharam a identidade do navio interceptado.
Com informações da AFP.
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