Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Itália flexibiliza controle judicial sobre licitações públicas, em protestos

Senado aprova reforma que afrouxa licitações; pena de trinta por cento do prejuízo ou dois anos de salário, silêncio de trinta dias, provocando protestos e referendo na primavera

'They must not touch the Strait': Sicily bridge opponents vow to put up a fight
0:00
Carregando...
0:00

O parlamento italiano aprovou uma reforma que afrouxa controles e sanções sobre licitações públicas, conforme anunciam oficiais. A medida ocorre diante de protestos de magistrados e da oposição, que avaliam risco de desperdiçar recursos e de possíveis irregularidades. A proposta foi apresentada pela coalizão de Giorgia Meloni há dois anos.

O Senado confirmou a aprovação, com 93 votos a favor e 51 contra. Entre as mudanças, está o teto de responsabilização de administradores: a sanção máxima não pode ultrapassar 30% do prejuízo ou o equivalente a dois anos de salário. Também consta uma cláusula de silêncio: se o órgão pedirá parecer em uma autorização de gasto, há prazo de 30 dias para resposta; caso contrário, a autorização é considerada válida.

Segundo o governo, a reforma acelera procedimentos e reduz insegurança para a assinatura de obras públicas, ajudando a impulsionar a atividade econômica. Críticos, no entanto, afirmam que a medida pode estimular gastos desordenados e facilitar desvios.

Desdobramentos e contexto político

A reforma integra uma tendência de confronto entre o governo e o judiciário, que já envolve disputas sobre obras públicas, imigração e outras pautas administrativas. Em outubro, o tribunal de auditors chegou a rejeitar um projeto bilionário de ponte ligando a Sicília ao continente, alvo de críticas do governo.

O projeto de lei também antecipa uma reforma maior do sistema de justiça, com objetivo de separar percursos profissionais de procuradores e juízes, alegadamente para reduzir conflitos de interesse e viés político. Haverá referendo judicial previsto para a primavera, que poderá influenciar a trajetória das mudanças.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais