O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou que drones teriam sido usados em um ataque noturno contra a residência oficial de Vladimir Putin, na região de Novgorod, no noroeste da Rússia. Segundo Lavrov, as defesas aéreas derrubaram 91 drones de longo alcance. Não houve relatos de danos ou vítimas, nem fotos divulgadas.
O governo russo apresentou a acusação como terrorismo de estado, dizendo que ações semelhantes não ficarão sem resposta. Apontou que já havia planos de retaliação contra a Ucrânia, sem detalhar datas ou alvos. Kyiv, por sua vez, nega a ofensiva e questiona a veracidade das declarações russas.
Em Kyiv, o ministro de Relações Exteriores, Andrii Sybiha, contestou as denúncias, chamando-as falsas e parte de uma estratégia de propaganda para justificar ataques e sabotar negociações de paz. O chanceler citou que países como Emirados Árabes, Índia e Paquistão expressaram preocupações sem apresentar declarações formais.
No cenário diplomático, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reuniu-se com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Florida. O encontro girou em torno de um plano de paz com 20 pontos para encerrar o conflito. Ambos indicaram avanços, mas não detalharam as etapas restantes.
A reunião ocorreu em meio a tensões persistentes e ataques na região, com a imprensa internacional acompanhando as respostas oficiais de ambos os lados. As autoridades russas mantêm a versão de que houve ataque a Putin, enquanto Kyiv solicita evidências verificáveis.
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