A Espanha afirmou que não reconhecerá qualquer intervenção dos Estados Unidos na Venezuela que viole o direito internacional, em resposta a uma operação nocturna que capturou o presidente Nicolás Maduro. O governo ressaltou que não apoia o regime de Maduro, mas rejeita ações que aumentem a incerteza regional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, informou que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela até uma transição considerada segura pela comunidade internacional. A declaração ocorreu na esteira da operação citada, que provocou imediatas repercussões regionais.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez pediu respeito à Carta das Nações Unidas e à proteção da população civil. Ele enfatizou a necessidade de uma transição justa, dialogada e conduzida com observância do direito internacional.
Sánchez ainda ressaltou que a posição da Espanha é de não reconhecer regimes ilegítimos e de não apoiar medidas que possam agravar a beligerância ou a instabilidade na região. O governo espanhol confirmou contato com parceiros internacionais para tratar o tema.
Autoridades espanholas destacaram a importância de uma solução pacífica, com participação de atores relevantes e respeito às normas internacionais, para evitar consequências humanitárias e políticas graves na Venezuela. Fontes oficiaisounidentes confirmam o tom diplomático da posição espanhola.
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