Nicolás Maduro foi detido e retirado do país, segundo declaração de Donald Trump. O anuncio afirma que Maduro saiu de Venezuela com a esposa e a mãe de seu filho, Cilia Flores. A operação ocorreu sem o consentimento dele, segundo as informações divulgadas.
Trump afirma que os Estados Unidos atacaram pontos estratégicos venezuelanos. Segundo o relato, bombas teriam atingido cerca de cinco alvos em Caracas, Aragua e Miranda. A informação chegou com baixo nível de confirmação independente até então.
Antes da detenção, Maduro teria deixado claro que não se rendia. A confirmação de que seria removido foi dada aos aliados, em uma versão que descreve a ação como necessária para interromper um governo no qual ele seria o único decisor.
Contexto institucional
O entorno de Maduro manteria que o poder era centralizado nele, com o papel de outros figuras-chave secundário. Entre elas, o vice-presidente, Delcy Rodríguez, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e o segundo escalão, como o chefe da inteligência de setores próximos.
Entre as mudanças internas, teriam ocorrido purgas após as eleições de julho, com substituições de responsáveis por inteligência e inspeções em unidades militares. A narrativa oficial aponta que houve uma tentativa de consolidar controle sobre as forças e evitar insurreições.
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