A operação militar dos EUA no Caribe mobilizou forças em grande escala, com porta-aviões, navios de guerra e mais de 15 mil tropas. A ação é apresentada como combate às drogas, mas envolve ações contra alvos militares em Caracas e arredores.
Entre os envolvidos, estiveram o presidente dos EUA, assessores próximos e chefes de ministérios de Defesa, Relações Exteriores e CIA, segundo fontes; o núcleo da decisão incluiu Stephen Miller, Marco Rubio, Pete Hegseth e John Ratcliffe.
Segundo relatos, ataques aéreos com alvos próximos a Caracas ocorreram na noite de sexta-feira e madrugada de sábado. Autoridades indicaram que caças, reabastecedores e drones participaram das operações, com relatos de defesas antiaéreas atingidas.
Maduro em custódia
Militares venezuelanos capturaram o líder Nicolás Maduro após ele invadir uma residência fortificada. Autoridades norte-americanas não detalharam como ingressaram no local nem como removeram Maduro e a esposa de dentro da casa.
Trump afirmou que as tropas entraram rapidamente, sem permitir resistência significativa. Parte das forças envolvidas abriu caminho com ferramentas especiais, e houve relatos de ferimentos entre soldados, sem confirmações de mortes.
Ao concluir a operação, Maduro foi transferido para o porta-aviões USS Iwo Jima e, posteriormente, deve seguir para Nova York, onde enfrentará julgamento, segundo fontes próximas ao Palácio de Washington.
Logística e desdobramentos
A operação contou com mais de 15 mil militares, 11 navios de guerra e aeronaves de quinta geração, segundo informações oficiais. O objetivo declarado continua sendo ações contra o tráfico de drogas na região.
Autoridades norte-americanas informaram aos legisladores apenas após o início das ações, em desacordo com procedimentos de prévia comunicação, conforme apuraram fontes de Reuters. Notícias oficiais ainda são restritas.
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