Venezuela viveu uma madrugada de intensa atividade militar e política, com forças de segurança nas ruas de Caracas após ataques aéreos e a captura do presidente Nicolás Maduro por comando dos EUA. O episódio ocorreu na manhã de sábado, 3 de janeiro de 2026, em Buenosa capital venezuelana e áreas adjacentes.
Os ataques foram registrados perto do Palácio Miraflores, com bairros próximos vazios e pontos de controle montados por tropas. Fumaça podia ser vista ao norte, vindo do Porto da La Guaira, e de uma base aérea na região leste da cidade.
A população reagiu de formas diversas, com moradores buscando informações em smartphones e supermercados para garantir suprimentos caso haja prologação da crise. Em Maracaibo, trabalhadores relataram mistura de medo e expectativa ao lado de filas para compras.
Resposta oficial e desdobramentos
O ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu em rede estadual com roupa de proteção e pediu aos cidadãos que não colaborem com o que chamou de inimigo terrorista. O episódio marca uma intervenção militar sem precedentes desde a década de 1980.
O movimento de oposição, liderado pela figura pública Maria Corina Machado, informou por meio de X que não emitiria comentários oficiais sobre o ocorrido. Não houve confirmação independente sobre a captura de Maduro de forma imediata.
Relatos de testemunhas indicam que o ataque começou por volta de 2 da manhã, horário local (06:00 GMT), com explosões, aeronaves e fumaça negra sobre Caracas. Vídeos verificados por agências mostraram explosões no sul da cidade e fogo no Porto da La Guaira.
Dados de rastreamento de voos indicaram o espaço aéreo venezuelano ainda vazio na manhã de sábado, enquanto moradores relatavam ouvir aeronaves a diferentes altitudes. As informações oficiais seguem em atualização.
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