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Ministro da Defesa da Venezuela confirma que EUA matou parte da escolta de Maduro

Oitenta mortes na intervenção, segundo The New York Times; Cuba confirma trinta e dois militares mortos; Delcy Rodríguez é reconhecida presidenta interina por noventa dias com respaldo do Supremo; FANB convoca união cívico-militar

Así fue el anuncio del ministro de defensa.
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O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, afirmou que Estados Unidos matou parte da equipe de segurança de Nicolás Maduro durante a operação que resultou na captura do presidente em Caracas, no sábado. Padrino leu um comunicado das Forças Armadas Bolivarianas que acusa a administração norte-americana de assassinar civis e soldados inocentes.

Segundo o jornal The New York Times, citando uma fonte venezuelana não publicada, o saldo da intervenção militar já inclui cerca de 80 mortes, entre civis e integrantes das forças de segurança. O jornal também aponta que a intervenção envolveu ações no entorno da capital.

Cuba confirmou que 32 militares cubanos morreram durante o ataque, integrando o primeiro anel de proteção de Maduro no momento de sua captura. O governo de Havana informou que os militares cumpriram seu dever, segundo comunicado divulgado nas redes sociais.

Mudança institucional e apoio militar

Padrino López anunciou que as Forças Armadas Nacional Bolivarianas reconhecem Delcy Rodríguez como presidenta interina. Em seguida, o Tribunal Supremo de Justiça autorizou que o Poder Executivo assuma o poder por 90 dias, para avaliar a situação institucional do país.

O ministro destacou o chamado à união cívico-militar e pediu que as tropas mantenham estado de alerta, enfatizando a defesa da paz e da governabilidade. A mensagem foi veiculada em cadeia nacional, com o Alto Mando ao lado.

Apesar da captura de Maduro e de coadjuvantes como Cilia Flores, as autoridades militares destacaram a lealdade da FANB ao novo fases do processo. O tom oficial reforça a estratégia de continuidade institucional sob o controle das Forças Armadas.

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