O governo dos EUA encerrou, há quatro meses, a designação de TPS para venezuelanos, afetando mais de 250 mil pessoas que vivem no país. A revogação ocorreu em meio a críticas políticas e protestos, especialmente na Flórida, onde muitos beneficiários reside. A decisão foi tomada pelo governo anterior e segue recebendo repercussões locais.
Segundo relatos, a maior parte dos venezuelanos sob TPS reside na Flórida, onde há disputas legais para manter a autorização de trabalho. A medida gerou insegurança entre famílias que dependiam do status temporário para permanecer nos EUA. Reguladores afirmaram que o TPS não servia aos interesses nacionais.
Kristi Noem afirmou que quem estava sob TPS pode pleitear status de refugiado, dentro de um processo administrativo maior. A declaração reforça que o governo analisa caminhos legais para migrantes, com foco em conformidade com a lei. O tema foi citado em entrevistas de TV.
Mudanças na liderança venezuelana e resposta americana
A reportagem aponta que Delcy Rodríguez assumiu posição interina após a captura de Nicolás Maduro, com mensagens firmes sobre manter a influência dos EUA e coibir o tráfico de drogas. A abordagem busca evitar retrocessos em cooperação regional.
Autoridades de Washington destacaram que a política migratória envolve escolhas administrativas complexas, com impactos sobre centenas de milhares de venezuelanos nos EUA. O tom oficial enfatiza cooperação na luta contra crimes transnacionais e na segurança nacional.
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