O presidente de Ruanda, Paul Kagame, criticou igrejas evangélicas no país, afirmando que alguns líderes religiosos abusam de influência e que é preciso alinhá-las aos interesses nacionais. Ele pediu maior escrutínio das instituições religiosas e maior foco no desenvolvimento.
Kagame disse que a liberdade religiosa deve andar junto com responsabilidade social. Segundo ele, o governo monitorará as ações das igrejas para assegurar que contribuam para o progresso do Ruanda.
A fala gerou debate no país, com defensores da liberdade religiosa contestando a necessidade de fiscalização. Outros apoiam a atuação estatal para regular instituições religiosas.
Reações foram variadas entre líderes religiosos e segmentos da sociedade civil, com pedidos de equilíbrio entre autonomia religiosa e controle público. A situação evidencia tensões entre fé e Estado no Ruanda.
Entre na conversa da comunidade