O presidente venezuelano Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores foram capturados durante uma operação militar dos EUA em Caracas, na madrugada de 3 de janeiro. Militares estrangeiros buscaram prender o casal em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar do país. Horas depois, Maduro e Flores partiram para Nova York, onde enfrentam acusações federais de tráfico de drogas e terrorismo.
A operação, que envolveu mais de 150 aeronaves para neutralizar defesas aéreas venezuelanas, permitiu a entrada de tropas ao território venezuelano. Segundo autoridades militares dos EUA, as ações não resultaram em mortes entre os soldados norte-americanos. Em Caracas, moradores viram explosões e houve mobilização rápida para evitar cercos.
Entre as consequências imediatas, a imprensa local destacou uma resposta tensa. Muitos venezuelanos aguardaram desfechos com cautela, e vários prédios ficaram desertos com receio de novas ações. O transporte público ficou interrompido no fim de semana, enquanto estoques de alimentos e combustível eram reabastecidos.
Em Nova York, Maduro declarou-se inocente diante de um juiz, mantendo a alegação de permanecer presidente da Venezuela. A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente a presidência, criticando a agressão militar que, segundo ela, violaria a soberania venezuelana. A crise ampliou o debate sobre o futuro político do país e a atuação de potências externas na região.
Enquanto o episódio amadurece, líderes religiosos venezuelanos destacam a necessidade de paciência e oração. Pastores, incluindo representantes de diversas denominações, pedem tranquilidade e ressaltam que a situação exige responsabilidade da população e das autoridades para evitar embates e desinformação.
Entre a diáspora, simpatia pela queda de Maduro ganhou espaço em comunidades latino-americanas, com celebrações moderadas em cidades dos EUA e de outros países da região. Organizações religiosas enfatizam a importância de manter o foco em ações solidárias e na busca por estabilidade social.
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