The United States e nações europeias avançaram, nesta terça-feira, para um conjunto de garantias de segurança juridicamente vinculativas para a Ucrânia. O objetivo é protegê-la de novas agressões russas, mesmo que o acordo de paz venha a ser fechado no futuro.
Durante a reunião em Paris, autoridades apontaram que os textos já estão próximos do formato final e que as garantias devem oferecer um marco de dissuasão claro, bem como mecanismos de defesa no caso de ataques, assegurando que o término do conflito seja duradouro. A expectativa é de que o acordo também traga prosperidade estável para o país.
Principais pontos destacados
Com o apoio de Washington, o representante americano destacou que as garantias reforçam protocolos de segurança para dissuadir ataques e, se houver ofensivas, oferecer defesa eficaz. O grupo afirmou estar próximo de uma conclusão robusta, com impacto duradouro para a Ucrânia.
O conselheiro próximo do ex-presidente Trump ressaltou que o progresso alcançado naquele encontro não significa paz garantida, mas que avanços são essenciais para que qualquer acordo futuro ofereça proteção contínua e salvaguardas contra retornos da violência.
O premiê britânico afirmou que a assinatura serve como base legal para operações de forças britânicas, francesas e de parceiros no território ucraniano, além de fortalecer a defesa aérea e naval. Também mencionou planos de estabelecer centros militares e instalações protegidas para suprir necessidades defensivas.
O chanceler alemão destacou que cada parceiro deve decidir, segundo seus trâmites internos, a contribuição que fará. A Alemanha continuará contribuindo politicamente, financeiramente e militarmente, com possíveis desdobramentos no uso de forças em território aliado a partir de um cessar-fogo definido.
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